Aplicando Ponderaciones en Nuestros Compósitos - Additional Weighting Column
Español
¡Hola, compañeros/as modeladores/as!
Hoy quisiera compartir con ustedes los beneficios que pueden obtenerse al generar compósitos numéricos en Leapfrog y utilizar la herramienta “Additional Weighting Column”.
Al momento de compositar en Leapfrog, todo/as estamos ya familiarizados con ciertos parámetros que se deben especificar; como nuestro largo de compósito, el porcentaje de “cobertura” (para calcular el valor promedio solo en aquellos intervalos que cumplen con un mínimo de datos), y definir el largo y qué hacer con los tramos residuales que quedan fuera del composito (ignorarlos, añadirlos al composito anterior o distribuirlos equitativamente entre los compositos adyacentes).
Sin embargo, muchas veces hemos pasado por la alto la opción de “Additional Weighting Column” que se encuentra disponible al crear compositos numéricos, ya sea desde la carpeta de sondajes o al momento de definir dominios de estimación.
Como bien dice el nombre, esta opción permite ponderar en cada compósito nuestra ley o valor calculado por un ponderador especificado. Muchas veces se aplica esta técnica en la industria al trabajar por ejemplo con yacimientos de metales base, dónde es importante considerar la densidad de la roca al momento de compositar, ya que suele existir una fuerte correlación entre la ley y la densidad, o cuando trabajamos con distintos grados de confiabilidad asociados al método de perforación empleado. Es importante mencionar que este ponderador debe ser del tipo numérico, no contener valores negativos y presentar valores para cada entrada/intervalo en nuestros sondajes originales.
Luego, nuestros compositos resultantes reflejarán también el valor de este ponderador y, con ello, lograrán ser más representativos de nuestro dominio a estimar.
Espero que este post haya ayudado a entender un poco mejor el funcionamiento de esta herramienta. Utilizarla no es lo más común al generar compositos y depende bastante del depósito que estemos estudiando y las variables que controlan la distribución de nuestro parámetro a estimar. No obstante, siempre es bueno comprenderla y tenerla como un as bajo la manga en caso de ser necesario.
Quedo atento a su experiencia con Additional Weighting Column, y espero podamos tener una discusión respecto a las ventajas y/o limitantes de utilizar esta herramienta en Leapfrog.
Pablo,
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Português
Olá, colegas modeladores!
Hoje gostaria de compartilhar com vocês os benefícios que podem ser obtidos ao gerar compósitos numéricos no Leapfrog e utilizar a ferramenta “Additional Weighting Column”.
Ao compor no Leapfrog, todos nós já estamos familiarizados com certos parâmetros que devem ser especificados; como o comprimento da composição, a porcentagem de “cobertura” (para calcular o valor médio apenas nos intervalos que atendem a um mínimo de dados) e definir o comprimento e o que fazer com os trechos residuais que ficam fora da composição (ignorá-los, adicioná-los à composição anterior ou distribuí-los igualmente entre as composições adjacentes).
No entanto, muitas vezes ignoramos a opção “Additional Weighting Column” que está disponível ao criar compósitos numéricos, seja a partir da pasta de sondagens ou no momento de definir domínios de estimativa.
Como o nome indica, esta opção permite ponderar em cada compósito nosso teor ou valor calculado por um ponderador especificado. Muitas vezes, essa técnica é aplicada na indústria ao trabalhar, por exemplo, com jazidas de metais básicos, onde é importante considerar a densidade da rocha no momento da composição, pois geralmente existe uma forte correlação entre o teor e a densidade, ou quando trabalhamos com diferentes graus de confiabilidade associados ao método de perfuração utilizado. É importante mencionar que esse ponderador deve ser do tipo numérico, não conter valores negativos e apresentar valores para cada entrada/intervalo em nossas pesquisas originais.
Então, nossos compostos resultantes também refletirão o valor desse ponderador e, com isso, serão mais representativos do nosso domínio a ser estimado.
Espero que este post tenha ajudado a entender um pouco melhor o funcionamento desta ferramenta. Usá-la não é muito comum ao gerar compósitos e depende bastante do depósito que estamos estudando e das variáveis que controlam a distribuição do nosso parâmetro a ser estimado. No entanto, é sempre bom compreendê-la e tê-la como um trunfo na manga, caso seja necessário.
Fico atento à sua experiência com a Additional Weighting Column e espero que possamos ter uma discussão sobre as vantagens e/ou limitações do uso dessa ferramenta no Leapfrog.
Pablo,



